Forças de atrito I - Atrito de deslizamento
Atrito de deslizamento |
Conforme Figura 01, considera-se um corpo de peso P (que pode ser o seu peso próprio ou este último mais uma carga externa) sobre uma superfície plana e sob ação de uma força horizontal F. Sempre haverá uma força de atrito A que se opõe à ação de F. A superfície exerce sobre o corpo a reação normal N.
Supõe-se que o corpo desliza em movimento retilíneo uniforme. Assim, as somas das forças e dos momentos atuantes no mesmo são nulas:
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| Fig 01 |
∑ Fy = 0 = P + N ou N = −P #A.1#.
∑ Fx = 0 = F + A ou A = −F #A.2#.
∑ M = 0 = bN + aA ou b = −a A / N #A.3#.
A posição da linha de ação de N não é relevante para este caso e esta última equação é dada apenas para completar a condição do movimento do corpo.
∑ Fx = 0 = F + A ou A = −F #A.2#.
∑ M = 0 = bN + aA ou b = −a A / N #A.3#.
A posição da linha de ação de N não é relevante para este caso e esta última equação é dada apenas para completar a condição do movimento do corpo.
Dinâmica III - Equação da continuidade de um fluido
Equação do estado de um gás II |
Seja uma massa de gás contida em um cubo de lado L (Figura 01). Adotam-se suposições similares às do tópico Equação do estado de um gás I da página anterior, isto é, o choque das moléculas contra as paredes é perfeitamente elástico e as forças são perpendiculares às superfícies.
Da página Dinâmica III-30, nota-se que a primeira parcela do virial para um sistema de partículas é a soma dos produtos escalares ∑ Fi · ri. Consideram-se, por exemplo, as paredes 1 e 2, perpendiculares ao eixo X.
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| Fig 01 |
Para um ponto A qualquer na parede 1, Fi · ri é nulo porque os vetores são perpendiculares entre si. Para um ponto B qualquer na parede 2, Fi · ri é igual a − Fi L, o que pode ser facilmente deduzido pela geometria do caso.
Supondo F a resultante das forças em 2, F = ∑ Fi = p L2, onde p é a pressão do gás no espaço considerado.
Portanto, ∑ Fi · ri = − ∑ (Fi L) = − L ∑ Fi = − p L3 = − p V. Onde V é o volume do cubo. Mas isso é apenas para o par de paredes 1 e 2. Considerando os demais, ∑ Fi · ri = − 3 p V.
Na página citada, foi dada a equação do virial para um sistema de partículas:
(Ec)av = − (1/2) ( ∑(cada) Fi · ri + ∑(pares) Fjk · rjk)av.
Supondo F a resultante das forças em 2, F = ∑ Fi = p L2, onde p é a pressão do gás no espaço considerado.
Portanto, ∑ Fi · ri = − ∑ (Fi L) = − L ∑ Fi = − p L3 = − p V. Onde V é o volume do cubo. Mas isso é apenas para o par de paredes 1 e 2. Considerando os demais, ∑ Fi · ri = − 3 p V.
Na página citada, foi dada a equação do virial para um sistema de partículas:
(Ec)av = − (1/2) ( ∑(cada) Fi · ri + ∑(pares) Fjk · rjk)av.






